Frente ao absurdo sentido de uma vida
[Sem sentido
Vejo a existente possibilidade de um sentido a ela atribuir,
[Criar-lhe.
Sou um homem vazio, sou nada,
[Que busca seu ser.
É justamente meu ser que é nada, que o absurdo existe e se introjetar.
Quero erigir-me acima do homem que sou
[E não sou.
Elevar-me acima do caótico caos do rebanho
E nesse caos, que sou, tornar-me estrela,
[Acima de todos
Do cume tudo e todos são pequenos...
Mas como odeiam os que tem asas,
[Querem matar-me
Minha morte me faz ressuscitar e viver o sentido de minha absurda existência.
Autor: Felipe Catão
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